Começamos pelas apresentações. Vhils, artista e criativo português, provavelmente o maior nome do movimento ligado à arte urbana em Portugal. Desconstrói imagens, pessoas e mensagens em pedaços de parede, construindo obras de arte. Para mim, um génio. Atalaia, pequena freguesia portuguesa, pertencente ao concelho de Vila Nova da Barquinha, com pouco mais de 1500 habitantes. 

O que têm estes dois nomes em comum? O Vhils tem uma obra na Atalaia. O que tem esta parceria de especial? O facto de ser na Atalaia. O Vhils ter obra de qualidade espalhada por esse Mundo fora é sempre visto como algo incrível, mas já é (quase) normal. O Vhils ter uma obra num contexto rural, até foge à definição inicial da sua arte, dita urbana. Acho mal (estar em contexto rural)? Não. Diria mesmo que é extraordinária, esta disfunção de conceitos.

 Esta obra, que pode ser admirada bem no centro da aldeia, é uma homenagem aos oleiros da Atalaia. Personificada pelo mestre João Caetano, o último oleiro da Atalaia. Tem quase 7 metros e foi construída num posto de transformação eléctrica da EDP. 

Esta história pertence ao projeto Retratos do Centro de Portugal. Vão ser construídos 365 retratos, 365 pequenas histórias, sobre toda a grande Região Centro de Portugal. Podem consultar todos os retratos aqui.

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