Existem sempre vários pontos que temos de riscar de uma lista, não muito extensa (espero eu, caso tenham uma lista muito extensa algumas coisa está mal), antes de iniciar uma viagem. Sim, aquelas coisas que temos de fazer, programar e levar. Na minha check list existem 5 pontos obrigatórios para todas as viagens, independentemente do destino. Vontade de voltar (sim, não quero ficar para sempre no próximo destino), passaporte, dinheiro, escova de dentes (sim, eu sou daqueles que lava os dentes no aeroporto) e um seguro de viagem. Pelo título deste artigo já devem ter percebido sobre qual dos itens da minha lista ante-viagem vou falar. Sim, sobre o seguro de viagem. Tem tanto de simples como de essencial. Nas minhas últimas viagens tenho utilizado os seguros da IATI e é esse o tema que vou desembrulhar.

Primeira questão, porque vou eu comprar um seguro em especifico para uma viagem se vai correr tudo bem? Sim, eu também sou uma pessoa positiva. O problema aqui é a matemática e as probabilidades. Tudo o que é acima de zero, conta. Portanto, mesmo que as hipóteses sejam pequenas, existe sempre uma pequena probabilidade de acontecer alguma coisa (menos boa). Seja uma doença, um acidente, um voo atraso ou perdido, um roubo. Enfim, existem várias coisas que podem acontecer em viagem, que não podemos prever (pelo menos com exactidão), que a probabilidade de acontecerem é quase nula, mas que podes podemos (e devemos) prevenir. Usando o melhor slogan de sempre de uma qualquer companhia de seguros “o seguro morreu de velho”. Não sei se é por ser pai da pequena Alice, se pelo facto de, segundo a minha mãe, “estar mais maduro”, cada vez mais olho com atenção para estas questões relacionadas com a antecipação de problemas (e resolução dos mesmos). Até porque já basta a minha frequente ausência em viagens, o que menos quero é dar problemas aos familiares que não seguem comigo na dita viagem.

O “problema em viagem” que mais me preocupa (penso que a todos), é adoecer. Adoecer num país da União Europeia é o chamado “problema menos mau”, isto para quem tem um Cartão Europeu de Saúde (que também recomendo), onde pode ter a mesma assistência, em hospitais públicos, com o mesmo serviço e o mesmo preço. O problema aqui será caso o problema de saúde for grave ou prolongado, este cartão de saúde não cobre as despesas de deslocação assistida. Sim, seguir de avião para o país de origem com cuidados médicos. Ponto que um seguro de saúde deve cobrir (já vou especificar). Mas como já devem ter percebido, para quem tem uma constipação na União Europeia (isto para quem é português), a coisa pode ficar facilmente resolvida, mas para quem tem uma constipação, por exemplo, na Índia (onde eu estive com um seguro da IATI), a coisa pode ser complicada. Aqui levantam-se duas questões. Primeiro, a probabilidade de adoecermos num país como a Índia é muito maior do que adoecer num país como, por exemplo, a Suíça (também abrangida pelo Cartão Europeu de Saúde). Vamos estar expostos a clima diferente, comida diferente, saúde pública diferente. Enfim, quase tudo diferente. Segundo, em caso de doença, num país como Índia, não devemos procurar o próximo hospital, mas sim o melhor hospital. E isso pode custar uma pequena fortuna. E sim, num país como Índia, a questão de “uma doença um pouco mais grave” também ganha outros contornos. O regresso a casa, com cuidados médicos, ganha outra velocidade. 

Pegando nos exemplos que referi em cima, quando peço cotação para um seguro de viagem, existem uns 100 pontos (ou 100 experiências negativas) que estão cobertos, mas existem dois pontos para os quais olho com quase total atenção. Assistência Médica (no país/destino estrangeiro) e Repatriação ou Transporte de Doentes ou Falecidos (colocando isto de uma forma prática e sem sentimentalismos, também é possível falecer no estrangeiro). No caso assistência médica o valor seguro deve ser alto (coisa a rondar os 100 mil euros), no caso do transporte (com cuidados médicos) ou repatriação, o valor seguro deve ser total. Ou seja, o seguro cobre todas as despesas. E ainda existe aqui mais um ponto importante a ser analisado (na tabela dos pontos mais importantes), caso o motivo da viagem seja relacionado de alguma forma com aventura, como por exemplo fazer os Caminhos de Santiago, o seguro de viagem deve incluir busca e salvamento. Imaginem que partem um pé num trilho de uma montanha, sem acesso de outra forma, terá que ser um helicóptero a fazer o salvamento. Sim, caso não tenham seguro de viagem, que salvaguarde este ponto, a despesa do helicóptero vai parar à vossa casa (sem falar nas restantes despesas médicas). Não imagino o valor, mas acredito que seja caro. 

E quanto custa um seguro de viagem, com o perfil que tenho exemplificado? É sempre o que todos queremos saber, não é? Vou dar o exemplo das minhas últimas três viagens para o estrangeiro. Índia, Malta e Israel. Três países e realidades distintas. Para todos viajei com o seguro IATI Standard. Com 80 mil euros disponíveis para assistência médica e com 100% do valor seguro para transporte ou repatriamento. Também existem outros pontos interessantes cobertos por este seguro (pelo menos, para mim), um valor de 60 mil euros para responsabilidade civil e 100% de valor seguro para regresso a casa em caso de doença ou morte de familiar (importante!). No caso da Índia, para 20 dias de viagem, este seguro teve um custo de 55€. Nos casos de Malta e Israel, para 6 dias de viagem, o seguro teve um custo de 16€. Eu acho os valores tão baixos, que só mesmo por desconhecimento ou (total) inexperiência (inexperiência de uma forma geral, não inexperiência em viagem), uma pessoa viaja sem um seguro. Neste momento (sim, casado e pai da linda Alice), se viajasse sem seguro não iria conseguir viver metade daquilo que normalmente vivo em viagem. Para além do facto de ir imaginar mil e um cenários, todos eles catastróficos (sim, ver alguém doente e fugir dali). Com seguro, sinceramente, não penso nisso.

E porquê a IATI quando existem mais 1000 operadoras disponíveis? Primeiro, porque são competentes. Segundo, porque são especializados no “negócio” viagens. Terceiro, porque têm preços e condições competitivas. Quarto, e talvez a razão que me levou a escolhê-los (acreditem que existiam mais opções), existe sempre uma cara atrás de todos estes números. No meu caso, transmite-me confiança (existem pessoas que não gostam de pessoas, respeito isso). A IATI está sediada em Barcelona, mas têm serviço ao cliente e site em português. 

Reforço o facto de…vão viajar. É das melhores coisas que uma pessoa fazer na vida. A probabilidade (mais uma vez) de acontecer alguma coisa desagradável é quase nula. E pelo custo do seguro e tudo o que o envolve, nem vale a pena pensar muito no sim (faço) ou no não (não faço). É fazer o seguro e ir tranquilo. A tranquilidade, no meu caso, dá-me para fazer fotos como as que vou mostrar em baixo. Sim, na Índia, em Malta e no Israel. As minhas últimas três viagens, todas elas “seguro” com o seguro da IATI.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 



INFORMAÇÕES

Recomendo que contratem um seguro especifico para vossa viagem. É das maiores recomendações que posso dar, quase como algo obrigatório. O seguro de viagem tem que garantir, pelo menos, duas coisas: despesas com cuidados de saúde de qualidade e despesas com transferencia de avião (+assistência médica) para o vosso destino “casa”. Qualquer um destes pontos, iria-vos custar largos milhares de euros. Sem necessidade. Eu fiz o meu seguro com a IATI Seguros, companhia sediada em Barcelona e dedicada, em exclusivo, a este tipo de seguros. São muito simpáticos e o contacto pode ser feito em português. Nada a apontar. Normalmente, uso o seguro Standard da IATI. 

Site: www.iatiseguros.pt

E-mail: info@iatiseguros.pt

Telefone: 308 800 348