Vou-vos contar uma coisa, que pode não ser novidade para muitos. Portugal é, provavelmente, um dos países mais extraordinários do Mundo. Bem, é claro que não me lembrei disso só agora. A questão é, porquê agora? Fui bombardeado por mais de uma mão cheia de boas memórias da minha viagem pelo interior do País este Verão. Sim, são provavelmente as saudades que me fazem aguçar este tipo de sentimento. Sim, já tenho saudades do Verão. Um dos meus pontos de paragem foi a aldeia de Vermiosa, e a “sua” Casa das Castas.

A Casa das Castas, e a aldeia de Vermiosa, fica algures entre Espanha, Almeida e Castelo Rodrigo. Em pleno território das Aldeias Históricas de Portugal, e relativamente perto do Douro. Falando em Douro, esta também é terra de vinhos e, curiosamente, os donos da Casa das Castas são produtores. É casa que cheira a vinho, portanto. Nesta nossa viagem, sim nossa, porque a minha Liliana foi comigo, deambulamos, tal como pequenos ermitas, entre vários locais sagrados, tornando esta viagem como uma espécie de puzzle, onde cada peça tinha o seu destaque e sua função. 

Começamos por Belmonte. Sim, fica um pouco longe de Vermiosa. Mas ficava em caminho, marcámos presente na terra de Pedro Álvares Cabral. Sim, esse mesmo. Aquele que descobriu o Brasil. Passámos depois por Almeida e Castelo Rodrigo. Mais dois lugares lindíssimos. Almeida com a sua forma particular. O centro histórico fica, por inteiro, dentro de uma muralha, com a particularidade desta ter uma forma de estrela. Já Castelo Rodrigo, parece ter saído de filme medieval onde as coisas correm bem, sem guerras e onde amor de príncipes e princesas impera. Sempre que vou é sempre esta imagem que fica. Apesar de ter um Castelo no topo, como elemento marcante, e elemento de carácter militar, não consigo acreditar que alguma batalha se tenha travado por ali. Para mim, esta era terra trovadores e de canções de amor. Depois tem um vista deslumbrante, até onde o horizonte alcança.

Ainda passámos por V.N. Foz Côa, onde se juntam três elementos muito importantes. O rio Douro, e as suas imponentes vinhas. O rio Côa, que termina a sua viagem por ali. E o Vale do Côa, com as gravuras rupestres. Tocámos em todos estes elementos por ali. Visitámos as gravuras, no núcleo da Penascosa. Também por ali passa o rio Côa. E almoçámos no Museu do Côa, com uma vista impressionante para o….Douro.

Como elemento de ligação de tudo isto, a Vermiosa e a Casa das Castas. E a piscina da Casa das Castas, para ser mais específico. Lugar onde o silêncio impera e onde o tempo parece que anda mais devagar. A casa, recentemente recuperada, é muito bonita. Tem ainda uma adega, de onde saem néctares que nos ligaram ainda mais a este lugar. 

…outra coisa muito importante. E bem (e tanto) que se come e bebe por aqui? (de salivar)

Com a mesma tranquilidade que este lugar me ofereceu, mostro-vos agora fotos que alimentaram as minhas memórias de hoje. 

-> CONTACTOS

CASA DAS CASTAS

Rua da Costa, 3 . 6440-261 – Vermiosa

TLM (+351) 271 366 094

TLM (+351) 966 812 460 / 316 771

E-mail: moc.l1508647655iamg@1508647655socle1508647655boc1508647655


 

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