Este assunto da comida é muito importante para mim. Recomendo 10 restaurantes para ir em Lisboa. Não sei se são os melhores, mas são aqueles que, por uma razão ou por outra, me piscam o olho com mais força neste momento.

Felizmente vivemos numa era que o acto de comer é muito valorizado. Comer não é só comer, tem toda uma dimensão cultural e emotiva, que eleva os padrões desta ação e algo mais do que simplesmente “comemos porque temos de comer”. Receitas que são passadas de geração em geração, amizades que são fortificadas, grandes momentos que são celebrados à READ MORE

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Já todos devem saber que adoro os Açores. Acho que são um pequeno (grande) paraíso. Considero a ilha de São Miguel a grande culpada desta minha admiração pelas ilhas do Atlântico. Correu tão bem a primeira viagem, que, dede aí, quero sempre voltar e conhecer tudo.

Visitei São Miguel pela primeira vez em 2015. E ainda hoje me pergunto: “como é possível não ter lá ido antes?”. Ok, fica no meio do atlântico (o Oceano, não o Pavilhão) mas é Portugal e fica a 2 horas de viagem (a partir de Lisboa). Passados dois ou três dias na ilha e READ MORE

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Six Senses Douro Valley. Hotel, com base numa quinta do séc. XIX, completamente renovada (quer dizer, dizer que foi renovada até é um pouco redutor…foi renovada, sim, mas com atenção ao mais ínfimo pormenor), localizada no vale do Douro. Estive lá com a minha Liliana. Juro-vos que pensei que seria muito feliz se vivesse por ali…para sempre (mas depois tive de voltar para casa e a realidade caiu sobre mim 😉 ).

Sinceramente, é impossível não ficar de boca aberta com este hotel. Não no sentido da parolice da boca aberta, mas como contemplação de algo extraordinário. Fica na READ MORE

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Aqui aplica-se aquela velha máxima, só aplicada pelos mais sábios “eu sou Ribatejano e sei do que falo”.

Este meu Ribatejo tanta vezes (ou sempre) afastado dos holofotes turísticos e no qual vejo tanto potencial. Juro que não percebo porque tão poucos pegam na marca Ribatejo (qualquer dia ainda a compro 😉 ).

É uma região de velhas e marcadas tradições, “rasgada” ao meio pelo rio Tejo, divide Portugal ao meio, terra de castelos e de lendas, de cavalos e de touros, de lezíria e de fado, de fadango e de muita e boa comida. Juro que não percebo, como READ MORE

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Juntar os assuntos comida e Alentejo, é tocar-me no coração.

Esta região combina na perfeição o saber do passado, a qualidade do produto do presente e o saber receber, como ninguém, de sempre.

Ora migas, bacalhau, entrecosto (bifes e tudo e mais algum coisa), presunto, queijo, enchidos, cação, polvo, percebes…a juntar a um bom vinho alentejano e a uma boa conversa. Fica um cenário a roçar a perfeição. 

Agora o difícil é sugerir 10. Poderiam ser 1000 e, ainda poderia dizer, que melhor seria ir comer a casa de uma avó ou tia no Alentejo. Mas vou arriscar tudo, porque READ MORE

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Esqueçam vinho carrascão e fritos cheios de óleo. As novas tabernas chegaram em força e são dos espaços mais cool  do momento. Têm o melhor das antigas adegas, o contacto próximo com o cliente, quase como uma extensão da sua própria casa, com um ambiente intimista e descontraído, e, por outro lado, o melhor da cozinha moderna, com uma reinvenção de pratos e petiscos tradicionais, e aquela decoração vintage que apetece “levar” para casa. 

Vou recomendar 5. Felizmente, Portugal tem esta arte de fazer bem, e, com toda a certeza, existem mais 500 que mereciam estar aqui mencionadas.

#TABERNA READ MORE

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Se há 10 anos um Chef (quer dizer, há 10 anos nem existiam chefs, existiam cozinheiros) era o gajo que tava todo suado na cozinha, a fazer comida para um catrefada de gente e que no final disto tudo, ia lavar a loiça. Nos dias de hoje, e bem, um Chef é o equivalente a um pintor no séc. XV. Um criativo.

Hoje, ir a um restaurante de topo, é muito mais do que ir comer. É viver uma experiência única. Sim, porque tal como acontecia com os pintores do séc. XV, existiam estilos parecidos, mas não existiam dois quadros READ MORE

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Tal como acontece na minha relação com (algumas) pessoas, onde crio uma empatia imediata, o mesmo acontece com lugares e com histórias. Foi isso que aconteceu, assim que entrei na Mercearia Gadanha, em Estremoz. Empatia imediata. Depois de provar a comida…bem, aí ficámos amigos para a vida.

A nossa (minha e da minha Liliana) experiência na Mercearia Gadanha:

Chegamos a Estremoz a rondar a hora de jantar e com a fome a apertar e, porque, no Alentejo vale tudo menos passar fome. Foi deixar as malas no quarto (Pateo dos Solares) e seguir para jantar. Existem várias hipóteses para READ MORE

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Sou um admirador confesso do Alto Alentejo. Sinto-me bem lá. É quase como um sensor que se liga (tipo as luzes automáticas de casa de banho) e activa, em mim, uma sensação de bem estar, assim que piso aquela região. Ora bem, passei um fim de semana no Hotel de Charme Pateo dos Solares, que fica em Estremoz…Alto Alentejo. Já estão a adivinhar o que aconteceu por lá? Senti-me, terrivelmente, bem por lá. (terrivelmente, porque já sentia vontade de não sair de lá 😉 ).

Muitas vezes digo que o Alto Alentejo é intemporal. É meio a brincar, porque READ MORE

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Comida e viagem caminham lado a lado. Nem vou dizer que é bom comer em viagem, ou que viajo para comer. A comida conta histórias e pouca coisa é melhor que um prato típico, de determinado local, para descobrir ou desenhar o perfil, e história, do seu povo e da riqueza das suas terras (ou do seu mar ou do seu rio). O Alentejo não só não foge à regra, como é um exemplo de pratos/história. Mais do que 5 pratos típicos do Alentejo, são 5 histórias do povo alentejano.

Todos estes produtos resultam de uma relação (do passado) entre READ MORE

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