Sou um ribatejano apaixonado pelo Alentejo (acho que é uma conexão provável, somos uma espécie de parentes 😉 ). Gosto do timing (lento 🙂 ) do andar do tempo, gosto das paisagens e dos cheiros, ah…e não me posso esquecer das pessoas, da gastronomia e dos vinhos.

Este Alto Alentejo, pequeno (salvo seja) recanto do Alentejo, região de montado e de vinha, mas também de serra (PN Serra de São Mamede) e de património mundial (Elvas). Existe realmente algo de especial, e por descobrir, neste fatia de Alentejo, que recebe (e dá) influências das suas regiões de fronteira, Ribatejo a oeste, Beira Interior a norte, e Espanha a leste. Talvez seja mesmo na diversidade de culturas, sem esquecer a sua raiz alentejana mais forte, que está a maior riqueza desta região. 

Por exemplo, fazer um passeio de barco na barragem de Montargil ou Avis, visitar a coudelaria de Alter do Chão, conhecer a vila de Marvão (paisagem deslumbrante), descobrir Elvas Património da Humanidade, beber um vinho e visitar a belíssima Adega Mayor, em Campo Maior, comer um prato tipicamente alentejano em qualquer tasca ou restaurante na região, conhecer os vários castelos, conventos e fortalezas que por aqui “plantaram” e ainda para gostos mais particulares, eventos marcantes como as Festas do Povo (e das Flores) de Campo Maior ou a Baja Portalegre em Fronteira.

As minhas 3 (boas) sugestões (existem muito mais):

#TORRE DE PALMA WINE HOTEL, Monforte

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#HERDADE DA CORTESIA, Avis

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#CASA DA ERMIDA DE SANTA CATARINA, Santa Eulália

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